Liliane acompanhará trabalhos da área de tecnologia da Fecomércio

Foi lançada na manhã desta terça-feira, 15 de março, na sede da Fecomércio, a Câmara Temática de Tecnologia de Informação e Comunicação, que vai reunir empresários, dirigentes do Sistema S e políticos para trabalharem pelo desenvolvimento do segmento no Distrito Federal.

 

A deputada Liliane Roriz, membro da Frente Parlamentar de Ciência e Tecnologia da Câmara Legislativa, foi convidada pelo presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, a acompanhar o projeto. “Estou muito feliz por ter sido escolhida para participar dessa iniciativa, pois acredito que sem tecnologia não há desenvolvimento e todos nós trabalhamos para isso, para levar o desenvolvimento a todo o DF”, disse.

 

Como integrante da Frente Parlamentar do setor, Liliane se comprometeu a priorizar a criação da Cidade Digital. “Vamos trabalhar para dar continuidade a esse projeto, que pode gerar milhares de empregos. Vamos dar mais espaço aos empresários locais”, afirmou. A parlamentar ainda lembrou que é preciso fazer uma revisão na Lei Orçamentária, para garantir que os recursos públicos alocados para a área de ciência e tecnologia reflitam os anseios do segmento.

 

Durante a solenidade, foi lida a ata de criação da Câmara Temática de Tecnologia de Informação e Comunicação e eleita a primeira diretoria. O presidente eleito, Marco Túlio Chaparro, do Sindicato das Empresas de Informática do DF (Sindesei) – entidade parceira na iniciativa com a Fecmércio – afirmou que o setor conta com mais de 5 mil empresas.

 

“Só por esse motivo já mereceria essa iniciativa. Hoje, o segmento de TI é responsável pela criação e inovação de vários outros setores. Nosso segmento permeia todos os outros e por isso precisa ter uma transversalidade, com foco na geração de trabalho e riquezas”, disse o recém-empossado presidente.

 

Adelmir Santana explicou aos presentes o objetivo da iniciativa. “Câmara temática é um negócio, não olhemos como chapa Branca nem como política. Vamos olhar para ela como geradora de emprego. Vamos fugir do sindicalismo. Queremos juntar mais cabeças, porque não entendemos de tudo. Vamos dar o mínimo de estrutura para que as reuniões aconteçam e os resultados apareçam”, comentou.

_facebook


_youtube


_twitter